TELEFONE TOCA
ele: ALÔ!
ela: OLÁ!
ele: QUEM É
ela: SOU EU
ele: O QUE VC QUER.
ela: DIZE QUE TE AMO.
ele: DE NOVO! VOCÊ NÃO CANSA?
ela: QUEM AMA NÃO CANSA.
ele: ACABOU!!!
ela: QUER DIZER QUE EU NÃO SIGNIFIQUEI NADA PRA VOCÊ?
ele: AGORA NÃO IMPORTA, VOU DESLIGAR.
ela: NÃO POR FAVOR!
ele: POR QUE NÃO?
ela: POR QUE TE AMO!
ele: ENTÃO ME ESQUEÇA.
ela: NÃO POSSO, PREFIRO MORRER AO TE ESQUECER.
ele: ENTÃO SE MATE.
UMA SEMANA DEPOIS UM CURIOSO PERGUNTA:
DO QUE ELA MORREU.?
O BOMBEIRO FALA: ELA AMAVA ALGUÉM.
A MÃE FALA: ELA SE SUICIDOU.
ENTÃO NO DIA DO ENTERRO ESTAVA LÁ O GAROTO PRONTO PARA PRESTAR A ÚlTIMA HOMENAGEM,
BEIJA UMA ROSA E DIZ: EU TAMBÉM TE AMO.
ELA LÁ DE CIMA RESPONDE: TARDE DE MAIS.
MORAL: É PRECISO PERDER PARA APRENDER A VALORIZAR QUEM AMAMOS.
TEMOS QUE FALAR TUDO HOJE, POR QUE AMANHÃ PODE SER TARDE DE MAIS.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade. Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?
Amigo de verdade
A amizade deveria ser algo completamente sem interesses, como nossos olhos. Eles piscam juntos, eles se movem juntos,
eles choram juntos, eles vêem coisas juntos e eles dormem juntos, embora eles nunca vejam um ao outro estão sempre juntos..."
eles choram juntos, eles vêem coisas juntos e eles dormem juntos, embora eles nunca vejam um ao outro estão sempre juntos..."
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Nossa dor...
Lágrimas de dor caem do céu
E minhas lembranças de amor
São intensas como a profundidade das almas amaldiçoadas...
Imensas como a solidão das trevas...
Ultrapassam a angústia do anoitecer
A saudade não me faz te esquecer
Ela é minha ilusão que me faz viver...
O choro continua
E não me deixa em paz
Quero fechar meus olhos
Estão cansados...
Derramam rosas vermelhas
Não são pétalas... Apenas o meu sangue
Águas da dor
Da dor que você me causou
Por que me usou tantas vezes?
Por que o gosto excitante do veneno dos seus lábios
Continuam em meu corpo?
Matando-me aos poucos
Pare de chorar céu infeliz!
Não percebe que seu sofrimento é tão pequeno?
E meu tormento se torna infinito...
Sinto falta dos olhos do meu amor
O meu doce relicário...
A minha eterna perdição...
Oh céu severo...! Está pintando furiosamente o vidro da minha janela
O seu pranto de aflição só aumenta as minhas lembranças
O passado repleto de raízes profundas
No qual não consigo arrancar...
Voraz... Do seu toque
Ávido... Do teu corpo
Destruidor... Das suas palavras
Perdoável... Do meu amor
Pobre céu escuro...
A escuridão da minha alma é eterna
Não tente comparar-se...
Até os anjos me abandonaram!
Triste céu fique comigo por toda noite...
E assim dividimos nosso tormento... E as lágrimas!
E minhas lembranças de amor
São intensas como a profundidade das almas amaldiçoadas...
Imensas como a solidão das trevas...
Ultrapassam a angústia do anoitecer
A saudade não me faz te esquecer
Ela é minha ilusão que me faz viver...
O choro continua
E não me deixa em paz
Quero fechar meus olhos
Estão cansados...
Derramam rosas vermelhas
Não são pétalas... Apenas o meu sangue
Águas da dor
Da dor que você me causou
Por que me usou tantas vezes?
Por que o gosto excitante do veneno dos seus lábios
Continuam em meu corpo?
Matando-me aos poucos
Pare de chorar céu infeliz!
Não percebe que seu sofrimento é tão pequeno?
E meu tormento se torna infinito...
Sinto falta dos olhos do meu amor
O meu doce relicário...
A minha eterna perdição...
Oh céu severo...! Está pintando furiosamente o vidro da minha janela
O seu pranto de aflição só aumenta as minhas lembranças
O passado repleto de raízes profundas
No qual não consigo arrancar...
Voraz... Do seu toque
Ávido... Do teu corpo
Destruidor... Das suas palavras
Perdoável... Do meu amor
Pobre céu escuro...
A escuridão da minha alma é eterna
Não tente comparar-se...
Até os anjos me abandonaram!
Triste céu fique comigo por toda noite...
E assim dividimos nosso tormento... E as lágrimas!
Eu Imaginei...
Inventei uma viagem sem caminho,
Para fugir da solidão!
O profundo beijo que não ganhei
As juras de amor sussurradas,
Foi vontade que inventei.
Criei o vazio que me envolve,
Das horas que do teu lado não fiquei.
Quantas respostas sem perguntas,
Para o espaço eu retruquei...
Dormi noites acordada,
Rolando no vazio dos teus braços,
Imaginação, invenção... Tudo por nada
Onde deveria estar você, só consigo ver espaços.
Soneto para minha princesa.
É ela quem rege a melodia,
Quem mantém a chama acesa.
Meus dias eram todos iguais,
Quando enfim, ela apareceu.
Um barco atracou-se ao meu cais,
E a linda donzela desceu.
De súbito ganhaste a minha alma,
E a todos em volta encantou.
Tiraste de mim toda a calma,
Quando pra mim, seus beijos negou.
E hoje, ainda assim a venero,
Mesmo sabendo, que ela nunca me amou.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
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